sábado, 21 de agosto de 2010

Miserável

Numa dor deveras conhecida
Reside a desgostosa novidade
De experenciá-la a cada impulso
Que sua indomável natureza
Insiste tomar.

Torna miserável um,
Mãos atadas e ineficientes.
Perante o poder maligno
Insanamente dado ao mais
Miserável dos sentimentos:
a saudade.

5 comentários:

Zé Abrão disse...

massa! principalmente os versos finais!

Bloco de Notas disse...

Yahp!

Teacher Sandra disse...

Miseráveis mesmo essas dores conhecidas...

Edurt disse...

Ei, tudo bem?
Estava comentando com o Adriell sobre blogs e ele me mandou o seu. Achei o conteúdo interessante, mas esse poema se destacou. Muito bom mesmo!

Lucas Rigonato disse...

um dos meus preferidos também.