terça-feira, 23 de junho de 2009

Out there, in the space.

E quem nunca desejou que o azul infinito fosse a cor do céu próprio? Deveria-se perceber que apesar de sempre estar lá, é lindo e maravilhoso.

Quem nunca quis que o cinza sombrio fosse a cor permanente? Deveria-se perceber que apesar de não estar sempre lá traz conforto e mansidão, mesmo que alguns o sintam como melancolia.

Quem nunca viu o que o negro como seguro? Deveria-se perceber que nele nos vemos pequenos, minúsculos. Que nele vemos que muito há lá fora, que não somos tão importantes assim. Definitivamente não sou o centro.

E quem nunca pensou se não houvesse céu? Se não tivessemos limites? Se pudessemos realmente estou em contato com o alter, que houvesse um alter? Que o infinito pudesse, at least once, ser tocado?

4 comentários:

Lara Neves disse...

Tudo começa no desejo, na vontade. E se? Nunca saberemos se não o fizermos. Tocar o infinito tb pode ser para nós! Ah, e eu prefiro o cinza na maioria das vezes

Lucas Rigonato disse...

Também. É meu céu preferido.

Mariana disse...

Cinza é bom. :]

NaNa Caê disse...

tão azul quanto possível....


ps: obrigada pela visita no meu blog... estou em seus seguidores ^^